Ator participa de leitura dramática de O Poder Negro e debate a primeira montagem brasileira da obra durante o Melanina Acentuada Festival.
O ator e diretor Antônio Pitanga participa da 8ª edição do Melanina Acentuada Festival, que celebra os 80 anos do Teatro Experimental do Negro, com uma atividade dedicada à memória de um dos marcos da dramaturgia negra. No dia 1º de agosto, no Goethe-Institut Salvador, o artista revisita sua relação com O Poder Negro, texto do dramaturgo norte-americano Amiri Baraka.
A programação começa com uma leitura dramática da obra, dirigida por Eugênio Lima e interpretada por Fernando Lufer, Laís Machado e Manhã Ortiz. A atividade antecipa a nova montagem do espetáculo, prevista para estrear no segundo semestre de 2026, em São Paulo.
Na sequência, Pitanga conversa com o público sobre sua experiência na primeira montagem brasileira de “O Poder Negro”, realizada há cerca de 60 anos. O encontro propõe refletir sobre a permanência dos debates apresentados por Amiri Baraka e a influência da obra na construção do teatro negro no Brasil.
Ao reunir um protagonista da primeira montagem brasileira de “O Poder Negro” e artistas que preparam uma nova encenação da obra, a atividade aproxima diferentes gerações em torno de um dos textos mais importantes da dramaturgia negra.
Foto: Rebeca dos Santos/ Laboratório Z
