O reggae ocupa as ruas de Salvador no mês de fevereiro e transforma o Carnaval em uma atmosfera caribenha. Nos dias 14 e 15, sábado e domingo, o cantor Duda Diamba leva o groove das ruas para o circuito da folia na capital baiana, movimentando um público fiel ao ritmo.
Referência do reggae no Brasil, Duda Diamba se apresenta no sábado, 14 de fevereiro, na Boca do Rio, a partir das 22h. O show gratuito marca um retorno às origens do artista nos palcos de Salvador, com um repertório pensado especialmente para o Carnaval e que promete dialogar diretamente com os fãs.
Para quem quiser estender a experiência, no domingo, 15, o artista se apresenta na Praça Tomé de Souza, com vista para a Baía de Todos-os-Santos. A partir das 20h, Duda conduz o público por versões reggae de clássicos da música baiana, como Beija-Flor (Timbalada), Vem Meu Amor (Olodum) e Selva Branca (Chiclete com Banana).
O repertório se soma às apresentações de artistas como Afrocidade e Rachel Reis, que integram a programação do Palco Multicultural da Praça Tomé de Souza. Em evidência na cena reggae nacional, Duda Diamba vem de apresentações recentes na Chácara Baluarte e na CAIXA Cultural Salvador, ampliando sua presença nos palcos e fortalecendo o diálogo com o público.


Reconhecido por aproximar os ritmos da Jamaica e do Mar do Caribe da musicalidade baiana, Duda inclui no repertório de Carnaval o lançamento Salvamor (2026). Disponível nas plataformas de streaming, como Spotify e YouTube, a faixa reúne influências do rocksteady e do axé music, refletindo o “DDD 071” e a identidade sonora da cidade.
Há três anos à frente da carreira solo, com uma agenda intensa de shows pelo interior da Bahia, o artista aposta em Salvamor (2026) como forte candidata a trilha do Carnaval, após a música ter marcado presença no réveillon de Taipu de Fora (BA).
“Essa é uma canção que se conecta ao verão e às narrativas que enxergam a Bahia como um estado de espírito. Em determinado momento, falamos diretamente da Bahia: ‘Tá triste? Bahia. Sem rumo? Bahia’. É uma homenagem simples à nossa história, à cultura, à música e ao povo”, afirma Duda Diamba.
Fotos: Manuela Cavadas
